
Dance to the Beat of a Different Drum Machine, de Mario Ybarra Jr.
New Religion - The Fate of Man, de Damien Hirst
Meet Me Around the Corner, de Dan Colen
Top Cruise, de Mike Bouchet

Vídeo
Fervor, de Shirin Neshat
Saint Benedict, de Jeff Koons
The World With Unpainted Donkey, de Jason Rhoades
Drain, de Robert Gober
Act Natural, de Nate Lowman

Detalhe da obra
Blue Placebo, de Felix Gonzales-Torres

Foto sem título, de Adam Putnam
Muddle, de Hannah Greely

Instalação de Kori Newkirk
Mother and Child Divided, de Damien Hirst
Last Stand, de Hannah Greely


Em Nome dos Artistas
Pavilhão da Bienal
São Paulo
Um pouco de Bienal no blog é sempre bom.
ResponderExcluirEsse seu post me lembrou que estamos em plena Bienal do Mercosul, e eu ainda não fui.
ResponderExcluirBeijo artístico,
Carla
E aí, o que achou?
ResponderExcluirOlá Wair,
ResponderExcluirO q acho interessante nessas mostras de arte contemporânea é como o cotidiano do homem moderno influencia as obras. Porém, tenho a impressão q muitas obras são criadas apenas com o objetivo de gerar mal estar e chocar o público. Outras realmente trazem reflexões. Plasticamente, como criação estética eu gostei de bastante coisa. Como arte q passa alguma mensagem já tenho minhas dúvidas. Mas afinal arte precisa comunicar algo? De qualquer forma é interessante vermos como a arte absorve os medos, dúvidas e anseios de uma geração.
Abraços
Bergamo, adorei essas fotos da Bienal! Quando eu morava em Sp sempre eu ia ver a mostra... adorei principalmente a caveira dourada e a obra Blue Placebo! Mostra como podemos criar obras com alguns materiais do nosso dia a dia, como por exemplo a balinha que fez o Blue Placebo... Legal!
ResponderExcluirBeijo, Tereza
MARCIA-SP
ResponderExcluirESPATIFAR-SE AO CHAO,COM CERTEZA.