Como uma criança dando seus primeiros passos, posso dizer que tive uma semana de grandes revelações, tanto em minha vida pessoal quanto profissional. Tenho a cabeça cheia de idéias e pensamentos (ilusões também), mas, infelizmente, nem tudo o que pensamos pode ser rascunhado – fato agravado pela onda de mal entendidos que dominam o nosso cotidiano.
Já adianto que não serei claro nesse texto. Enfim, o pior defeito encontrado em um professor.
Sinto-me obrigado a dizer que, formalmente, não sou um educador, mas acredito na aprendizagem continuada e muito do que sei vem de experiências em sala de aula e do contato diário com alunos e professores de áreas diversas ao longo de nove anos de profissão. Obviamente, participo de grupos de discussão, oficinas, palestras e congressos que têm como tema principal a educação, ensino, aprendizagem etc.
Membro de um grupo quase extinto de românticos e ingênuos, choca-me saber que muitas relações profissionais são apenas pautadas em troca de favores. E isso se agrava, e muito, quando falamos em educação.
Na falta de definição melhor, posso dizer que tenho uma visão romântica sobre o ensino. Acredito na universalidade do ensino. Acredito no ensino como bem comum, como dádiva e não como moeda de troca. Só chegaremos a algum lugar com a união. Mas como vislumbrar a união em um mundo competitivo?
Tanto falamos em sustentabilidade e desenvolvimento sustentável, não? Mas como ser sustentável onde há competição e fortes interesses comerciais? É do Budismo Zen que retiro essa frase: “Onde não há apegos, como haveria hostilidade?”
Sinto que estamos usando a palavra cooperação em vão. E digo, sem receio de errar, que não há campo melhor para praticarmos a sustentabilidade e a cooperação como o ensino. Apenas não entendo porque é tão difícil.
“Nossa cultura não cultiva o que há de melhor ou mais nobre no espírito humano. Não cultiva a visão, imaginação ou a sensitividade visual ou espiritual. Ela não encoraja a gentileza, generosidade, cuidado ou compaixão. De maneira crescente, no final do século XX, a visão de mundo econômica-tecnocrática-estática tornou-se um monstro destruidor do que é mais caloroso e importante para a vida na alma humana.”
Já adianto que não serei claro nesse texto. Enfim, o pior defeito encontrado em um professor.
Sinto-me obrigado a dizer que, formalmente, não sou um educador, mas acredito na aprendizagem continuada e muito do que sei vem de experiências em sala de aula e do contato diário com alunos e professores de áreas diversas ao longo de nove anos de profissão. Obviamente, participo de grupos de discussão, oficinas, palestras e congressos que têm como tema principal a educação, ensino, aprendizagem etc.
Membro de um grupo quase extinto de românticos e ingênuos, choca-me saber que muitas relações profissionais são apenas pautadas em troca de favores. E isso se agrava, e muito, quando falamos em educação.
Na falta de definição melhor, posso dizer que tenho uma visão romântica sobre o ensino. Acredito na universalidade do ensino. Acredito no ensino como bem comum, como dádiva e não como moeda de troca. Só chegaremos a algum lugar com a união. Mas como vislumbrar a união em um mundo competitivo?
Tanto falamos em sustentabilidade e desenvolvimento sustentável, não? Mas como ser sustentável onde há competição e fortes interesses comerciais? É do Budismo Zen que retiro essa frase: “Onde não há apegos, como haveria hostilidade?”
Sinto que estamos usando a palavra cooperação em vão. E digo, sem receio de errar, que não há campo melhor para praticarmos a sustentabilidade e a cooperação como o ensino. Apenas não entendo porque é tão difícil.
“Nossa cultura não cultiva o que há de melhor ou mais nobre no espírito humano. Não cultiva a visão, imaginação ou a sensitividade visual ou espiritual. Ela não encoraja a gentileza, generosidade, cuidado ou compaixão. De maneira crescente, no final do século XX, a visão de mundo econômica-tecnocrática-estática tornou-se um monstro destruidor do que é mais caloroso e importante para a vida na alma humana.”
Ron Miller
Em uma sociedade tão "induvidualista" fica cada vez mais difícil pensar no próximo. Como manter o sustentável quando nem sequer agradecemos o caixa do supermercado ou saudamos o porteiro do prédio? Talvez sustentável inclua um pouco de educação, amor, respeito e paciência.
ResponderExcluirChá preto e companhia. Acho que é disso que estamos precisando. Eu estou.
ResponderExcluirTornamo-nos um imenso universo corporativo, no de que pior possa representar este termo.
ResponderExcluirOlá Wair,
ResponderExcluirCoisa boa não é!
Abraços,
Bergamo
Falando em falta de solidariedade, em descaso pelo bem-estar do próximo e todas as suas lamentáveis consequências, sugiro aos amigos que assinem e divulguem a petição que está na página http://www.naofoiacidente.org/
ResponderExcluira respeito de uma nova legislação para os crimes cometidos por quem bebe e dirige.
Ok.
ResponderExcluirPalavras santas as suas.
Mas depois de escrever este iluminante post, o que vc gostaria de dizer com não ser muito claro...?
Bjs!
Ps: ou será que, por um acaso, estamos vibrando na mm onda de energia?
Olá Clau!! Como está?
ResponderExcluirTinha tanta coisa pra dizer, mas não conseguiria. Nesse sentido, achei melhor dizer que não seria claro.
Certeza que pensamos igual!
Bj!