
Tenho cá comigo algumas idéias (acho que estou meio português hoje, reflexos dessa nova reforma ortográfica), e vou tentar passá-las rapidamente aqui.
Ninguém nasce perfeito, e muito menos pronto para a vida. Aliás, o que será a perfeição?
Mas, apesar da nossa imperfeição, temos uma obrigação, mesmo que falhemos e tropecemos durante o caminho, temos um trato.
Ninguém nasce perfeito, e muito menos pronto para a vida. Aliás, o que será a perfeição?
Mas, apesar da nossa imperfeição, temos uma obrigação, mesmo que falhemos e tropecemos durante o caminho, temos um trato.
Sei lá com quem, talvez com Deus, talvez com nós mesmos, talvez com as energias que sustentam esse Universo – tudo vai depender das suas crenças.
Mas, afinal, qual é esse trato? Esse acordo? Sei não, acordos nunca me cheiraram bem.
Não, não....esse cheira bem...cheira à conhecimento.
O nosso trato é crescer. Ai... só de pensar já dói. É...dói mesmo.
Crescer é penoso, doloroso, mas tem suas recompensas. Pode demorar um pouco, mas, no final dá certo.
O que dá certo? O conhecimento traz riqueza? Grana? Carrão? Casona?
Não...pode não trazer nada disso.
Mas o conhecimento nos tira da ignorância de nem ao menos saber o por que de existirmos. Será? É, talvez eu tenha exagerado. Talvez saber o por que de existirmos seja demais mesmo. Esse é o grande mistério.
Mas o conhecimento nos tira daquela inércia, daquele marasmo de simplesmente mexer a cabeça em um SIM ou um NÃO. Nos tira da inércia de seguir a boiada.
O conhecimento nos permite distribuir mais conhecimento. Pois o gostoso do aprender é aprender para nós e para os outros também.
Caixão não tem gaveta e nem cérebro para guardar tantos saberes, portanto, mão à obra, conhecer é um ato humano e coletivo. Conheça e distribua!
O conhecimento não é elitista e nem está somente nos livros. O conhecimento pode vir daquela pessoa, sabe, aquela pessoa que você não olha nunca, nem repara que ela está lá.
O conhecimento pode vir de uma folha caindo no chão, de uma gota d’água, do reflexo em um espelho, de uma maçã podre até. Os grandes gênios (assim denominados pelos outros) fizeram suas grandes descobertas observando banalidades.
Mas, qual a grande sacada? Fazer essa banalidade ser conhecida, divulgada e reconhecida.
Mas, afinal, qual é esse trato? Esse acordo? Sei não, acordos nunca me cheiraram bem.
Não, não....esse cheira bem...cheira à conhecimento.
O nosso trato é crescer. Ai... só de pensar já dói. É...dói mesmo.
Crescer é penoso, doloroso, mas tem suas recompensas. Pode demorar um pouco, mas, no final dá certo.
O que dá certo? O conhecimento traz riqueza? Grana? Carrão? Casona?
Não...pode não trazer nada disso.
Mas o conhecimento nos tira da ignorância de nem ao menos saber o por que de existirmos. Será? É, talvez eu tenha exagerado. Talvez saber o por que de existirmos seja demais mesmo. Esse é o grande mistério.
Mas o conhecimento nos tira daquela inércia, daquele marasmo de simplesmente mexer a cabeça em um SIM ou um NÃO. Nos tira da inércia de seguir a boiada.
O conhecimento nos permite distribuir mais conhecimento. Pois o gostoso do aprender é aprender para nós e para os outros também.
Caixão não tem gaveta e nem cérebro para guardar tantos saberes, portanto, mão à obra, conhecer é um ato humano e coletivo. Conheça e distribua!
O conhecimento não é elitista e nem está somente nos livros. O conhecimento pode vir daquela pessoa, sabe, aquela pessoa que você não olha nunca, nem repara que ela está lá.
O conhecimento pode vir de uma folha caindo no chão, de uma gota d’água, do reflexo em um espelho, de uma maçã podre até. Os grandes gênios (assim denominados pelos outros) fizeram suas grandes descobertas observando banalidades.
Mas, qual a grande sacada? Fazer essa banalidade ser conhecida, divulgada e reconhecida.
Eita !! 2009 tá rendendo bem por esses lados, não ?!?!
ResponderExcluirGostei dos questionamentos!! Vez por outra lá to eu refletindo uma dessas questões. Sempre me apego na humildade, no sentir-se um eterno aprendiz pois: " A Existência sobrepõe a vida!!"
Namastê
Eu não tenho carrão, nem casona, nem €€€, mas se há coisa que eu não sou é pobre de espírito e, só por isso, sinto-me rica :)
ResponderExcluirLegal teus questionamentos viajei nele... gosto do teu blog to sempre aki, mas hoje descidi da meu pitaco!rsrs!como disse a amiga tentando sempre crescer espiritualmente! Beijos amigo!
ResponderExcluirPitacos são bem vindos, e principalmente quando nos fazem crescer!!
ResponderExcluirAbraços,
Bergamo
"o gostoso do aprender é aprender para nós e para os outros também."
ResponderExcluiresse seu texto simplesmente é uma das descobertas de como as grandes coisas entram em nossas vidas....
adoro quando no meio de um bolo ou um prato indiano aparece uma poesia...adoro!
ah prof bergamo...ensinando mais q deliciosas receitas!bjs
ResponderExcluirEu só sei que nada sei.
ResponderExcluirE hoje, depois de trabalhar 12h seguidas, de "miolo" meio derretido, digo-lhe que quanto mais velha fico, menos pareço saber...e devia estar mais sábia!
O seu texto está lindo.:)
Depois de me encantar com seu texto penso que os “pobre de espírito” são na realidade pobre de mente. Como disse Fernando Pessoa “tudo vale a pena se a Alma não é pequena”, nosso Espírito é de uma riqueza imensurável de conhecimento pronto para ser compartilhado se o mental não bloquear. Bergamo, quando eu crescer quero ser uma pitadinha do que você é... Beijos de Luz! Saudades...
ResponderExcluir"O silêncio nos assusta por retumbar no espaço vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. (...) No susto que essa idéia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou a pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração." Parte do livro Pensar é transgredir da Lya Luft e como vc bem disse: "crescer dói", se deparar com as nossas dificuldades também dói, mas são inevitáveis para nos tornar pessoas melhores.
ResponderExcluirBjo, Glau
Poxa...espero nao ter sido eu que lhe contaminei com a minha doença que eu chamo de "divagaçao", hihihi.
ResponderExcluirE me escapa até qdo estou passando receita...
Enfim, concordo, e absolutamente, com a mensagem que vc passou neste seu post tanto inspirado.
O segredo sempre estara naquilo que seria sò banal, para quem nao sabe ver além disso.
Bjs!