Eis aqui o famoso brownie. Parece arroz de festa, tá em todas. O povo pediu, e eu prontamente atendi os desejos. A receita já foi dada aqui, mas dessa vez misturei nozes e framboesas. Ficou realmente muito bom. As nozes foram misturadas à massa, e as framboesas foram colocadas no meio - despeje metade da massa na assadeira, faça uma camada de framboesas e complete com mais massa.domingo, 28 de dezembro de 2008
Os doces do Natal III (parte final): Brownie de framboesa com nozes
Eis aqui o famoso brownie. Parece arroz de festa, tá em todas. O povo pediu, e eu prontamente atendi os desejos. A receita já foi dada aqui, mas dessa vez misturei nozes e framboesas. Ficou realmente muito bom. As nozes foram misturadas à massa, e as framboesas foram colocadas no meio - despeje metade da massa na assadeira, faça uma camada de framboesas e complete com mais massa.sábado, 27 de dezembro de 2008
Os doces do Natal II: Pecan Pie
Essa receita, assim como a cheesecake aqui debaixo, também é da época do meu curso de gastronomia. Aprendi essa delícia com a Chef Cecília Nishioka. Fiz algumas pequenas modificações, mas, novamente - para mim - é a mais perfeita receita de pecan pie. Mais uma vez: nada mais tenho a falar...rsrsrs...e, segundo Noémia, "em equipe vencedora não se mexe". Sábias palavras...Pecan Pie
Ingredientes
Massa
Ver a massa da cheesecake (post abaixo).
Recheio
90 g de açúcar mascavo
90 g açúcar refinado
150 g de glucose clara
50 g de manteiga sem sal
1 ovo inteiro
2 gemas
Modo de preparo
Massa
Proceder conforme a massa da cheesecake (post abaixo).
Recheio
1. Combinar todos os ingredientes.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Os doces do Natal I: Cheesecake com calda de goiabada
Essa receita de cheesecake é da época do meu curso de gastronomia na Anhembi Morumbi. Lá, há 8 anos atrás, tive a sorte e o prazer de ter aulas de confeitaria com a Chef Cecília Nishioka, agora uma das proprietárias da Pain & Chocolat. Sempre faço essa receita e vou trocando a calda. Para mim, é a mais perfeita receita de cheesecake. Nada mais tenho a falar...rsrsrsCheesecake com Calda de Goiabada
Ingredientes
Massa
100 g de manteiga sem sal
75 g de açúcar refinado
1 ovo
1 pitada de sal refinado
220 g de farinha de trigo
2 g de fermento em pó químico
Recheio
690 g de cream cheese
180 g de açúcar refinado
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de sopa de suco de limão
3 ovos
Calda
Goiabada dura
Água
Modo de preparo
Massa
1. Em um bowl, combinar a manteiga e o açúcar e misturar até obter a consistência de areia molhada.
2. Acrescentar o ovo e os ingredientes secos peneirados e misturar rapidamente.
3. Embalar em filme plástico e gelar.
4. Abrir a massa com um rolo e forrar o fundo de uma forma. Gelar novamente.
5. Fazer furos na massa com um garfo e assar a 180ºC até dourar levemente.
Recheio
1. Bater o cream cheese com a raquete até amaciar bem.
2. Adicionar o açúcar aos poucos em velocidade baixa.
3. Acrescentar a baunilha, o suco de limão e os ovos, um a um.
4. Bater até obter um creme completamente homogêneo.
5. Preencher a forma com o recheio.
6. Levar ao forno pré-aquecido a 160ºC por 10 minutos.
7. Reduzir o forno para 100ºC e assar até o recheio firmar.
8. Retirar do forno e refrigerar.
Calda
1. Cortar a goiabada em cubos e levar ao fogo com água.
2. Mexendo sempre, aguardar até atingir o ponto de calda espessa. Se necessário vá acrescentando mais água.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
FELIZ NATAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Queridos!!!! Abandono a cozinha desse jeito - e isso é só uma parte dela - a bonita e mais limpa...rsrsrsrssrAmanhã eu coloco as fotos dos doces que preparei!!!
Mais uma vez...FELIZ NATAL!!!!!!
É hoje!!!
Poderia dar o seguinte nome para esse post: Eu odeio o Natal!!!! Mas não consegui.Passei na casa da mãe e comecei a abrir aqueles álbuns de Polaroids já quase apagadas, fotos manchadas, avós que se foram, brincadeiras na piscina de plástico, bicicleta no parque, uniforme do "Parmera"...rsrsrs...elefantes de pelúcia, árvore de Natal, casa da praia, brasília azul...nossa...demais!!! Não tenho palavras...
É, poderia dizer: Eu odeio o Natal. Mas por que?
Porque hoje é MEU aniversário!!!!! MEU!!!!!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Tentando terminar o ano de forma mais saudável (tentando...)
Confit de alho...com uma ciabatta quentinha...hummm...
Salada Caprese...eternamente saborosa (mais simples impossível)
Penne integral com legumes, uvas passas, nozes, bastante azeite e ervas (é um prato antioxidante vai!)
Ninguém é de ferro, né? E, cá entre nós...cerveja é natural, hein? Cevada e malte puro...domingo, 21 de dezembro de 2008
M.A.D.O.N.N.A
Just like a prayer, your voice can take me there

GAME OVER
sábado, 20 de dezembro de 2008
O abandono de nós mesmos
Primeiro – não sabemos quem somos nem onde estamos. Compactuo com Hesse, que diz que “Todos temos origens comuns: as mães (...), mas cada um (...) tende a seu próprio fim”. Somos provenientes de um abismo escuro, silenciosamente ruidoso, quente, morno, úmido talvez. Inércia e vácuo. E aquele som...sempre uniforme.
Gestos, cores, cheiros e toques vão imprimindo texturas e formas aos nossos corpos e mentes. Como digitais, que vão se formando e se adaptando ao ambiente – como a nossa pele se enrugando dentro da água. Como a nossa face marcada pelas dobras dos tecidos. Como o reflexo do sol na água do mar. Algumas marcas passam e se vão. Outras, por misteriosas reações, deixam o seu rastro pela eternidade. Talvez, provenientes do abismo de Hesse, trazemos resquícios, informações e traços incompletos de personalidades passadas. De personalidades múltiplas ou de um grande conjunto de formas ainda não definidas, quase prontas – somente à espera da água ou do tecido para deixar as suas marcas mais profundas na sua essência. A vida é então, um longo caminho cheio de curvas e reentrâncias, paradas bruscas, momentos de completo desespero, tempos de perda e horas de abandono. Passamos pela dúvida, pelo inesperado, pelo obscuro, e trazendo aqueles pequenos traços de personalidades ainda não concebidas, vamos aos poucos e continuamente nos transformando no que somos. O caminho é único, e deve ser trilhado sozinho. As águas e as dobras do tecido fazem a sua parte, mas elas se vão. O que fica são as impressões, como as digitais de mãos quentes. O processo da descoberta é contínuo e complexo. Precisamos levantar o véu que turva a nossa visão, para, pelo menos, ter apenas um vislumbre da grandiosidade de nossas vidas. Não apenas de nossa vida única e isolada de todo o resto. Mas, levantando o véu, poderemos ter um vislumbre de toda a engrenagem que nos mantém vivos, acordados e moldáveis. A essa altura, não diria mais moldáveis, mas sim decifráveis, pois o que nos falta é o entendimento de nós mesmos, caso contrário, estaremos fadados ao completo desespero. E é no abandono de nós mesmos que podemos realmente entender o que somos e de onde proviemos. Não o abandono desesperador de uma procura sem sentido por algo que nem ao menos sabemos o que é, mas sim o abandono da nossa mesquinhez. O caminho é individual, mas só pode ser percorrido quando em companhia de outros que também o trilham individualmente. É nesse momento que voltaremos ao grande abismo e poderemos ter, ao menos, um pequeno vislumbre do que é a nossa vida e de que matéria somos feitos.
Jesus em borbulhas

Docinho, cor de rosa, borbulhante, com um quê de especiarias - cravo e canela - símbolo do Maranhão e, acima de tudo, abençoado por Deus.
PS: antes que as mentes insanas e línguas perversas comecem a trabalhar, já digo que a aluna não recebeu nem um pontinho a mais por ter me dado o presente, ok?
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Marvada Pinga
Todos os anos, nessa época de Natal, D. Lucia prepara essas maravilhosas rosquinhas de pinga - macias e bem bêbadas. Aliás, D. Lucia é famosa pelo seu arroz com mariscos (não o como há décadas), suas panquecas (essas eu como sempre, sempre, sempre), sua maravilhosa feijoada (!!!!!), suas tortillas espanholas que sempre matam a minha fome e seu bolo gelado sempre esperado e disputado. Ah...e o arroz com feijão, que não tem igual...Rosquinhas de Pinga de D. Lucia
Ingredientes
1 copo de pinga
1 copo de açúcar
Farinha de trigo quanto baste (talvez em torno de 700 g - olha a precisão de um professor de gastro...rsrsrs)
Açúcar para passar
Modo de preparo
2. Vá acrescentando a farinha de trigo aos poucos até soltar das mãos.
4. Asse à 180 C em assadeira untada.
5. Depois de prontos mergulhe-os na cachaça e depois passe no açúcar.
Marvada Pinga
Inezita Barroso
"Com a marvada pinga
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Entre tapas e beijos

Como é bom ser carinhosamente reconhecido no meio de tantas críticas...
Agradeço, de coração, à todos os outros alunos que me presentearam com bombons, chocolates (continuo no aguardo do ticket-spa), outros livros, CDs, vinhos, cervejas (dessa vez tentaram me embebedar para conseguir nota..rsrsr), cafés, biscoitinhos (cadê o ticket-emagrecimento?)...etc, etc...
Espero ter contribuído - pelo menos um pouquinho - para o aprimoramento do conhecimento gastronômico dos meus alunos. Esse é, e sempre será, o meu maior desejo - dividir o pouco que sei entre vocês.
E, por fim, lembrem-se que o conhecimento é adquirido e construído em parceria. O aluno não é um mero ser passivo, portanto, mãos (e cabeça) à massa pessoal!!!
domingo, 14 de dezembro de 2008
Linzer Torte
Segundo Bo Friberg, em The Professional Pastry Chef, a origem da Linzer Torte é um tanto quanto obscura, mas podemos assumir que ela tenha se originado na cidade de Linz, na Áustria, às margens do rio Danúbio, que banha outras cidades que também são famosas pelas suas criações de pâtisserie - Viena, com a famosíssima Sacher Torte e Budapeste, com a não menos conhecida Dobos Torte. Fazendo uma pesquisa pela internet, cheguei a ler a informação de que a Linzer Torte é a torta mais antiga do mundo (página da cidade de Linz - http://www.linz.at/english/tourism/873.asp).
Linzer TorteIngredientes (para uma torta de 28 cm)
Adaptada do livro The Professional Pastry Chef de Bo Friberg
315 g de manteiga sem sal à temperatura ambiente
285 g de açúcar refinado
75 g de ovos (1 e 1/2)
228 g de farinha de trigo (+28 g, ler modo de preparo)
315 g de farinha de amêndoas
1/2 c. de sopa de cacau em pó
1 c. de chá de canela em pó
1/2 c. de chá de cravo em pó
Raspas de 2 limões (usei Tahiti, mas com Siciliano deve ficar mais saboroso)
285 g de uma boa geléia de framboesa
Modo de preparo
1. Em um bowl, combinar a farinha de trigo (228 g), a farinha de amêndoas, as especiarias e as raspas de limão. Reservar.
2. Na batedeira bater a manteiga com o açúcar até obter um creme claro.
3. Adicionar os ovos vagarosamente.
4. Fora da batedeira acrescentar os secos.
5. Separar a massa em duas partes iguais.
6. Acrescentar as 28 g de farinha de trigo à uma das partes e reservar para a cobertura.
7. Com a outra parte da massa (sem os 28 g), cobrir o fundo da assadeira.
8. Levar ao forno somente até firmar a superfície e dourar levemente (aprox. 15 min.). Não deve assar completamente.
9. Retirar do forno e esperar esfriar um pouco.
10. Passar a geléia sobre a massa (deixar uma borda de 1 cm sem geléia).
11. Com o saco de confeitar e bico liso fazer uma treliça espaçando bem as tiras de massa.
12. Com o bico liso, fazer um acabamento nas laterais da forma, para cobrir o término das tiras da treliça.
13. Levar ao forno a 180C até dourar por aprox. 30 minutos.
14. Após esfriar decorar com açúcar impalpável e amêndoas laminadas.
Bom apetite!!!!quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Coisas que nos fazem pensar...

Qual o tamanho do nosso conhecimento?
http://pansarelli.blogspot.com/2007/11/contra-o-emburrecimento.html
Novamente o poder de um sorriso:
http://blogdoantonioprata.blogspot.com/2008/10/zona-do-agrio.html#links
Convido todos a ler esses textos. Não dói, não machuca e nem são tão longos assim.
Abraços!!!
domingo, 7 de dezembro de 2008
A migração das aves
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
As mesas de final de ano
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As três fotos abaixo foram retiradas do livro Garde Manger, do Culinary Institute of America. Damos um salto para a transição entre os sécs. XX e XXI. As montagens das travessas são mais leves, mesmo que as preparações tenham séculos de existência, como o patê en croute e as terrines e galantines que aparecem abaixo. Novas combinações passam a ser usadas - madeira com louça, mármore com madeira - de uma forma displicentemente organizada. As travessas têm movimento, ponto focal, alturas. Tudo muito harmonioso e agradável ao olhar, diferente das mesas anteriores, onde o excesso de informações confunde o convidado ao invés de esclarecer.
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Ao final dos anos 90 começa o serviço em colheres e panelinhas. A moda pegou e agora todos querem usar. Acho elegante, prático e charmoso. Dá movimento à mesa, pode ficar divertido, chic, clean, e isso vai depender de como a montagem da mesa será feita. As fotos abaixo vieram do Amuse-Bouche, de Rick Tramonto.


